Seeb PA/AP

Bradesco

Falta de segurança rende indenização a bancário

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O Bradesco foi condenado a pagar indenização de R$ 20 mil a um gerente, que foi vítima de assalto. A decisão é do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais, terceira turma.



Na ocorrência, o bancário foi feito refém, agredido com uma arma e teve de recorrer a atendimento médico. No PAB (Posto de Atendimento Bancário) não havia porta de segurança e apenas um vigilante cuidava do local, mas no momento do roubo estava fora, em horário de almoço.



O argumento de defesa do banco foi que a unidade cumpria as normas de segurança determinadas pela Polícia Federal, e que por isso não poderia ser responsabilizada pelo ocorrido. O juiz, no despacho, não considerou a alegação, mantendo a condenação do Bradesco e relatando que não é possível afastar a relação entre a precariedade da segurança oferecida pelo banco no posto de atendimento e o assalto sofrido pelo reclamante. Isso porque, para a execução da atividade-fim do bancário, são exigidas medidas de segurança, como a vigilância armada para proteção de seu empreendimento, de seus empregados e de seus clientes, explicou.


Fonte: Seeb SP, com informações do Valor Econômico

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STJ desobriga Bradesco de instalar caixa eletrônico para pessoas com deficiência

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A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os bancos não são obrigados a fornecer caixa eletrônico para acesso de deficientes não previsto pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).



Para os ministros, o Judiciário não pode obrigar um banco a instalar máquina diversa, nem impor indenização por dano moral pela suposta falta de serviço.



O Bradesco havia sido condenado a instalar, em 30 dias, máquinas compatíveis com a deficiência do autor da ação (locomotora), além de pagar indenização no valor de R$ 5 mil e multa de 1% do valor da causa por embargos tidos como protelatórios.



O banco também teria que arcar com multa diária de R$ 500 caso descumprisse a ordem de instalar os equipamentos. O STJ afastou todas as condenações.




Fonte: Valor Econômico

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Bradesco demite bancário com 28 anos de casa

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A falta de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) no Bradesco mais uma vez mostra sua face mais cruel com a demissão, no início de maio, de um bancário com 28 anos de casa, e que havia sido promovido apenas uma vez neste período.



“Isso escancara todo o descaso do banco com os funcionários antigos, que contribuíram muito para o crescimento do banco, mas não são valorizados”, diz a dirigente sindical e funcionária do Bradesco Anatiana Alves. “É inaceitável que uma empresa do tamanho do Bradesco não conte com um PCCS com critérios claros, transparentes para todos e que possibilite ao funcionário crescer e ser reconhecido na carreira. O lucro do Bradesco cresce tanto, mas o banco não leva junto consigo seus funcionários, os verdadeiros responsáveis pelo lucro”, diz, lembrando que a implantação de um PCCS no Bradesco faz parte da pauta de reivindicações permanentes do Sindicato com o banco. “Mas o Bradesco não apresenta uma proposta para debater com os trabalhadores.”



LER/Dort – O bancário demitido trabalhou a maior parte de sua carreira na agência Borges Lagoa, na região da Avenida Paulista e já tem 30 anos de contribuição à Previdência Social, estando a apenas cinco anos de sua aposentadoria. “Não é fácil conseguir emprego com a idade dele, e o pior é que ele tem histórico de acidente de trabalho, tendo sido afastado por problemas de LER/Dort”, diz Anatiana. O Sindicato dos Bancários de São Paulo entrou em contato com o banco reivindicando a reversão da demissão, mas o Bradesco manteve a decisão.

Fonte: Seeb SP

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Funcionária do Bradesco é demitida de forma arbitrária na Agência Marajó, em Belém

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assédio_moral_IlustraçãoArbitrariedade. Esta é a palavra que define a forma como o gerente geral da Agência Marajó do Bradesco, em Belém, procedeu na demissão de uma funcionária, gerente de Pessoas Jurídicas, com mais de 20 anos de empresa.

A Bancária foi demitida ao final do seu expediente no dia 5 de maio, com a grotesca justificativa de que ela estava com sua escala de produtividade zerada. E tal justificativa se caracteriza como grotesca simplesmente pelo fato de esta bancária ter sido premiada durante o evento do Bradesco Vida e Previdência, realizado no dia 2 de maio no Hangar – Centro de Convenções, em Belém, pela sua produtividade destacada na área de previdência do Banco.

Outro elemento grave nesta situação é que a bancária demitida estava de licença médica por problemas de apendicite, e tinha retornado recentemente ao trabalho por pressão direta do gerente geral, que impôs que ela antecipasse sua alta médica junto ao INSS.

Logo após sua volta ao trabalho, o gerente geral da agência a convidou para um almoço, com a intenção de fazer com que ela “delatasse” fragilidades profissionais de seus colegas, para que ele enquanto gestor pudesse pressioná-los a superar suas fraquezas e alcançar metas maiores que as estipuladas. Ela não cedeu à pressão do gerente e se negou a falar de qualquer colega de agência.

Com a negativa da bancária, o gerente geral da agência Marajó pediu sua demissão e colocou um colega dela para vigiá-la enquanto retirava seus bens materiais do local de trabalho. Abalada emocionalmente, a bancária quer apenas justiça e seus direitos trabalhistas garantidos, e não pensa na possibilidade de ser reintegrada ao banco.

Problema que se agrava – Em março e abril desse ano, o Sindicato dos Bancários do Pará reuniu com a Gerência Regional do Bradesco em Belém e, nas duas oportunidades, pediu providências contra práticas de assédio moral do gerente geral da agência Marajó.

Ponto Eletrônico da Agência Marajó do Bradesco, em Belém, está logo atrás da maesa do gerente geral e gera desconforto em meio aos funcionáriosO principal problema relatado pelo Sindicato foi o fato deste gerente geral ter colocado o ponto eletrônico dos funcionários bem atrás da mesa onde ele trabalha, alegando que este seria o melhor meio para interagir e conhecer cada funcionário da agência. Mas a medida estava gerando desconforto e constrangimento por parte dos bancários.

“A demissão da bancária agrava uma situação que já tinha sido detectada pelo Sindicato e foi relatada para a gerência regional do Bradesco em busca de providências, mas que infelizmente não teve resposta à altura do problema por parte do Banco, o que faz com que a situação se agravasse. Por isso insistimos, há sim prática de assédio moral na agência Marajó e o Bradesco precisa solucionar essa situação com urgência”, afirma a diretora do Sindicato e funcionário do Bradesco, Heládia Carvalho.

“O Sindicato prestará a assistência necessária à bancária demitida para garantir a ela todos os seus direitos, e vamos intensificar as cobranças de providências para que o assédio moral seja combatido nas agências do Bradesco. Não podemos tolerar esse tipo de assédio no dia a dia dos trabalhadores bancários, pois afeta diretamente a qualidade de vida da categoria”, complementa a diretor do Sindicato e também funcionário do Bradesco, Saulo Araújo.

 

Fonte: Bancários PA

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Justiça manda Bradesco reintegrar bancária com LER demitida no Rio

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Bancria_Bradesco_reintegrada_RioO Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro reintegrou mais uma bancária portadora de Lesões por Esforços Repetitivos (LER), desta vez no Bradesco. Como a lei considera nula as demissões de trabalhadores em tratamento de doenças ocupacionais, a juíza Aline Maria de Azevedo Leporaci, da 10ª Vara do Trabalho, determinou o retorno de Tânia Lúcia de Souza ao trabalho, no último dia 19 de abril.



A dispensa ocorreu em 2005, logo após o médico do banco tê-la considerada apta para o trabalho, através do exame demissional, apesar de os exames e laudos comprovarem a doença. A bancária procurou a Secretaria de Saúde do Sindicato, recebendo todas as orientações.



Em seguida, moveu ação, através da Secretaria de Assuntos Jurídicos da entidade. Em sua decisão, a juíza frisa que "a documentação apresentada não deixa dúvidas quanto ao fato de a autora estar vitimada por doença do grupo das LER/Dort. Tal moléstia foi adquirida em decorrência do cumprimento das suas tarefas contratuais em proveito do réu (Bradesco)".



O presidente do Sindicato, Almir Aguiar, comemorou a vitória. "O Bradesco mantém a mesma política explorando os funcionários até que eles adoeçam e ainda usa os exames periódicos para demitir. Felizmente a Justiça já percebeu a estratégia ilegal do banco e tem decidido a favor dos trabalhadores", disse.



Metas - A diretora do Sindicato, Maria da Glória, comentou a decisão. Classificou-a como mais uma vitória da categoria e de todos os demais trabalhadores. Acrescentou que é importante procurar o Sindicato e mantê-lo informado das ilegalidades que os bancos cometem e que acabam adoecendo os bancários.



"É uma prática recorrente dos banqueiros negar que é cada vez maior o número de funcionários que adoecem no sistema financeiro por conta das metas exorbitantes, assédio moral e desrespeito ao trabalhador. Mas o que vemos é que os bancos adoecem os bancários e depois os demitem ilegalmente. A categoria tem de estar atenta e em contato com o Sindicato para combater essa política", afirmou.




Fonte: Seeb Rio

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