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Bradesco

Sindicato reúne com Bradesco em busca de providências para demandas da categoria

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Nesta quarta-feira (27) o Sindicato dos Bancários do Pará através da presidenta Rosalina Amorim, acompanhada do diretor Saulo Araújo e da diretora Heládia Carvalho, ambos funcionários do Bradesco, juntamente com o vice-presidente da Contraf-CUT, Neemias Rodrigues, reuniram com o diretor da regional Belém do Bradesco, Delvair de Lima, e o diretor de recursos humanos do Banco, Geraldo Grando, para discutir e encaminhar algumas demandas dos funcionários da instituição no Pará.

A questão da segurança bancária, mais especificamente o transporte de valores feito por funcionários do Banco, foi o primeiro ponto de pauta da reunião. Sobre o assunto, Delvair de Lima se comprometeu em conversar com o departamento de segurança do Bradesco para fazer um estudo sobre as condições da região para se fazer o transporte de valores através de uma empresa especializada e dará um retorno às entidades posteriormente.

Outro ponto de pauta foi a superlotação de agências no interior de Estado e a necessidade de mais funcionários para atender às demandas. Nesse sentido, o Bradesco acatou a proposta de providenciar novos prédios para o funcionamento das unidades de Abaetetuba, Marabá e Tucuruí, locais identificados até agora pelo Sindicato como os mais críticos para atendimento ao público no interior do Pará.

A extrapolação da jornada de trabalho nas agências do Bradesco também foi questionada pelo Sindicato. Quanto a isso, a direção regional do Banco informou que será passada uma orientação para as agências no sentido de que seja respeitado o cumprimento da jornada dos trabalhadores bancários.

Em relação aos bancários que trabalham no setor de compensação, o Banco garantiu que todos serão alocados ou dentro do pólo ou nas agências, mas isso somente quando se efetivar a compensação por imagem.

“Essas foram algumas das principais pautas que o Sindicato levantou ao longo desse início de ano junto aos funcionários dos Bradesco durante as Caravanas que temos realizado pelo interior do Estado. Estamos cumprindo nosso papel de levar essas pautas ao conhecimento da direção regional do Banco e de cobrar providências. Esperamos que o Bradesco dê respostas a todas elas o quanto antes”, afirmou a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.

 

Fonte: Bancários PA

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TRT-RO condena Bradesco a indenizar gerente por transporte de valores

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"O fato do reclamado insistir na culpa do reclamante pelo transporte do numerário não se dar por carro-forte, quando sabia que não havia contrato para tanto e que o reclamante não tinha autonomia para essa contratação tange a má fé".



Esse é apenas um trecho da longa decisão proferida pelo juiz do trabalho substituto José Carlos Hadad de Lima, do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, na terça-feira (26), contra o Bradesco, que terá que pagar uma indenização de aproximadamente R$ 1,3 milhão para um ex-empregado do banco.



Entenda o caso - O bancário, desde 1986, trabalhava para o Bradesco mas, em abril de 2007, quando fazia o transporte de valores da agência - em veículo próprio - de Ariquemes para o banco postal do município de Monte Negro, em Rondônia, sofreu um acidente automobilístico e ficou paraplégico, completamente privado de seus movimentos e incapacitado para o exercício de suas funções laborais.



O trabalhador ainda acreditava em uma conduta humanitária do banco em relação a seu caso, mas foi obrigado a se aposentar por invalidez em 2009 e, para piorar, viu o Bradesco simplesmente cortar seus benefícios de auxílio-alimentação e refeição e o próprio plano de saúde.



Quando tentou garantir seus direitos na Justiça, ele ainda se deparou com a alegação, por parte do banco, de que era culpado por seu próprio acidente, já que, como gerente, era sabedor que o transporte de valores deveria ter sido feito por empresa terceirizada previamente contratada.

Começava então um processo trabalhista que durava até então, na busca pela justiça e pela recuperação de uma honra abalada por tamanho descaso e desrespeito com a condição humana.



Somente na terça-feira é que a Justiça deu ao gerente uma resposta que diminuísse sua angústia por constantes e sucessivas humilhações por não ter mais condições de viver dignamente, de não poder andar, correr e, principalmente, trabalhar para se sustentar.



A Justiça entendeu que houve, inclusive, abuso da instituição financeira, que acusava o reclamante por litigância de má-fé, tentando atribuir a ele a responsabilidade que seria dele (o trabalhador) em ter se tornado vítima em pleno exercício de suas funções.



Por estas e outras, a decisão condena o banco a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 1 milhão; pensão mensal ao trabalhador no valor de R$ 3.778,21 (referente ao último vencimento percebido pelo então bancário) inclusive de forma retroativa, até este completar 90 anos de idade; manutenção do plano de saúde enquanto durar sua aposentadoria por invalidez - sob pena diária de R$ 2 mil por não cumprimento - e reestabelecimento e pagamento dos auxílios refeição e alimentação.



Para garantir o cumprimento das prestações vincendas, o Bradesco terá que constituir capital, representado por imóvel, no valor de R$ 1,2 milhão.




Fonte: Seeb Rondônia

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Lucro do Bradesco cresce 28,5% e atinge R$ 2,7 bilhões no 1º trimestre

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O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,702 bilhões no primeiro trimestre deste ano, resultado 28,5% acima do contabilizado no mesmo período do ano passado. Considerando o ganho ajustado, foram R$ 2,738 bilhões, com alta de 27,5% em igual confronto.



Na comparação com os três últimos meses de 2010, houve redução de 9,5% no lucro contábil e acréscimo de 2,0% no resultado ajustado, de acordo com os dados divulgados pela instituição financeira nesta quarta-feira.



As operações de crédito do segundo maior banco privado brasileiro totalizaram R$ 284,695 bilhões até o final do mês passado, com alta de 21% em relação aos últimos doze meses. Esse crescimento se deve principalmente ao desempenho dos empréstimos para micro, pequenas e médias empresas (29,4%), grandes (19,0%) e consumidores (16,4%).



Para pessoas físicas, as operações somaram R$ 100,079 bilhões nos três primeiros meses do ano, com crescimento de 16,4%, abaixo da expansão contabilizada para pessoas jurídicas, que subiram 23,7%, para R$ 184,616 bilhões.



A provisão para cobrir eventuais calotes aumentou 7,9%, com melhora da inadimplência dos clientes e maior receita com recuperação de crédito, segundo o banco.



Na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 e 2011, a inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, recuou de 4,4% para 3,6%, o mesmo percentual registrado no quartro trimestre do ano passado.




Fonte: Folha.com 

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Justiça manda Bradesco reintegrar bancária pela segunda vez no Rio

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A bancária Jane Ferreira dos Santos Monte, da agência Cinelândia, demitida pelo Bradesco em fevereiro deste ano, foi reintegrada pela segunda vez no último dia 5 de abril, graças a uma ação judicial movida através do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pela juíza Roberta Lima Carvalho, da 41ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.



O que chama a atenção no caso da bancária é a teimosia do banco em tentar demiti-la irregularmente. "Jane já havia sido reintegrada em julho de 2006. Nesta nova tentativa de demissão, a juíza entendeu que o Bradesco foi arbitrário, já que ela é portadora de LER/Dort. Conseguimos a sua reintegração pela segunda vez", conta o presidente do Sindicato, Almir Aguiar.



A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) teve de ser emitida pela Secretaria de Saúde do Sindicato. "Aos primeiros sintomas de LER/Dort, como formigamento, inchaço, dores constantes ou sensação de peso nos membros superiores, os bancários devem procurar um médico e iniciar um tratamento e, em seguida, informar ao Sindicato sobre o problema", orienta o diretor de Saúde do Sindicato, Gilberto Leal.




Fonte: Seeb Rio de Janeiro

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TRT-PB condena Bradesco a pagar R$ 500 mil por discriminar sindicalizados

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O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Paraíba condenou o Bradesco por discriminar empregados sindicalizados. O banco terá de pagar R$ 500 mil por dano moral coletivo, valor que será revertido para o Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT).



Depoimentos prestados no processo, iniciado pelo Ministério Público do Trabalho, indicam que os empregados sindicalizados eram excluídos de participar de cursos de capacitação oferecidos pela instituição.



Um depoente disse que recebeu ordem direta da diretoria do banco para, "como gerente regional, não permitir que nenhum dirigente sindical realizasse qualquer curso oferecido pelo banco".



Um sindicalista afirmou em depoimento que em todas as agências por onde passou os funcionários disseram que têm orientação do banco no sentido de não manter amizade ou dar "muito espaço" aos sindicalistas.



O TRT proibiu o Bradesco de impedir que sindicalizados participem de treinamentos ou que sejam rebaixados de função simplesmente por participarem de entidade sindical da categoria.



Para o relator do processo, desembargador Carlos Coelho de Miranda Freire, a prática antissindical do banco ficou cabalmente comprovada nos autos. O Bradesco ainda pode recorrer da decisão.




Fonte: Seeb São Paulo com JusBrasil

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