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Bradesco

Contraf entrega pauta de reivindicações dos bancários ao Bradesco nesta sexta

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A Contraf-CUT, federações e sindicatos realizarão na próxima sexta-feira, 10, entrega da nova pauta de reivindicações específicas dos funcionários do Bradesco. A reunião acontecerá às 10h, na sede do banco, em Osasco. Atualizada pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações com o banco, o texto inclui a criação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) justo e transparente, um programa de auxílio-educação que valorize a todos os trabalhadores e melhorias no Bradesco Saúde, entre outros pontos.



A reunião marca a retomada do processo de negociações permanentes com o banco, após o relançamento da Campanha Nacional de Valorização dos funcionários do banco. O tema da campanha é "Reino da Presença", uma alusão à realidade dura que os bancários enfrentam na sua rotina de trabalho em contraposição ao que prega a publicidade do banco.



Para subsidiar o trabalho dos sindicatos e federações, a Contraf-CUT divulgou uma edição especial do jornal Raios Nacional. O material está disponível para leitura on-line na seção de Publicações do site da Confederação. Os sindicatos e federações podem acessar versão para reprodução em gráfica na seção de Downloads.




"Vamos levar a minuta de reivindicações e cobrar do banco que traga para o cotidiano de seus trabalhadores as belezas que vemos em seu mundo de fantasia. Não basta falar, é preciso estar lado a lado de fato, com presença no dia a dia do trabalhador, que quer ser um funcionário 'completo'. Queremos propostas que atendam às expectativas de melhores condições de trabalho e salário, coisa que o Bradesco tem totais condições de realizar ", afirma Elaine Cutis, coordenadora da COE Bradesco.



Antes da negociação com o banco, às 8h30, os membros da COE Bradesco realizarão uma reunião preparatória na regional Osasco do Sindicato dos Bancários de São Paulo.




Fonte: Contraf-CUT

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Sindicato vai às ruas denunciar o transporte irregular de valores no Bradesco

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Com a prática de transporte de valores, Bradesco demonstra não ter respeito com seus funcionários e clientesO transporte irregular de valores, feito por bancários, já foi pauta de duas reuniões do Sindicato dos Bancários com a diretoria regional Belém do Bradesco. E na manhã desta terça-feira (7) o assunto foi o mote para mais um protesto da categoria na porta do Bradesco da Av. Presidente Vargas.



A última reunião da entidade com a direção do Banco foi no mês de abril, na qual o diretor da regional Belém do Bradesco, Delvair de Lima se comprometeu em conversar com o departamento de segurança da instituição para fazer um estudo de como esse transporte poderia ser realizado por uma empresa especializada, para em seguida dar um retorno às entidades.



“Cerca de dois meses se passaram e nenhum retorno foi dado à categoria, pelo contrário, o transporte irregular de valores continua, e por pouco um bancário do Bradesco não perdeu a própria vida no último dia 3 em Abatetetuba”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.



O diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco, Saulo Araújo, foi vítima da prática de transporte de valores no BancoDe acordo com informações apuradas pelo Sindicato, o bancário, um segurança particular, e o cabo da Polícia Militar, Idasildo Prazeres faziam esse tipo de transporte de Abatetetuba para o PAB de Muaná, na Ilha do Marajó, quando foram interceptados por dois bandidos que mataram o PM, balearam o segurança e depois fugiram sem levar nenhum dinheiro.



Sindicato quer que o banco tome providências urgentes para acabar com a prática de transportes de valores por bancários no ParáHá quatro anos atrás o diretor do Sindicato e também funcionário do Bradesco, Saulo Araújo também saía do mesmo município de Abaetetuba com destino a Anajás na ilha do Marajó, para fazer mais um transporte de valores do Banco. “Eu e um piloto estávamos em um monomotor que minutos antes de pousar acabou caindo. Felizmente o pior não aconteceu. Mas infelizmente eu não fui a única vítima do descaso do banco com seu próprio trabalhador”, lembra.



A Lei Federal (7.102/83), em seus artigos 3º, 4º e 5º estabelece que o transporte de valores deve ser feito por uma empresa especializada contratada. Porém, na prática não é o que acontece. “Os bancos, principalmente os privados, preferem colocar em risco a vida dos seus funcionários, seja ele bancário, segurança ou policial militar, do que pagar uma empresa para realizar esse tipo de serviço”, denuncia a diretora do Sindicato e também funcionária do Bradesco, Heládia Carvalho.

 

Fonte: Bancários PA

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Bancário sofre tentativa de assalto e Sindicato denuncia: transporte de valores não é tarefa para bancário

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O Bradesco é considerado uma das maiores potências financeiras do Brasil, segundo a empresa de consultoria Economática. Mas apesar de todos os lucros, o banco ainda economiza em algumas funções que deveria ser de competência dele e não do bancário, como o transporte de valores.



Essa prática é comum na maioria dos bancos privados e impõe sérios riscos à vida do trabalhador, entre eles os prejuízos psicológicos perante o medo que se instala diante da possibilidade de sofrer algum assalto e/ou tentativa.



E foi o que aconteceu na última sexta-feira (3) em Abaetetuba, região do Baixo Tocantins. De acordo com informações apuradas pelos diretores do Sindicato dos Bancários do Pará Saulo Araújo e Heládia Carvalho, um bancário, um segurança particular, e o cabo da Polícia Militar Idasildo Corrêa Prazeres faziam um transporte de valores da agência do Bradesco de Abaetetuba para o PAB de Muaná, Ilha do Marajó, quando foram interceptados por dois bandidos que mataram o PM, balearam o segurança e depois fugiram sem levar nenhum dinheiro. O bancário levou um tiro de raspão, mas passa bem.



“O transporte de valores não é função de bancário, mas de uma empresa de segurança especializada, com profissionais treinados, veículo apropriado e armas. Expor a vida e a integridade física do trabalhador pode gerar indenização por dano moral”, ressalta a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.



A Lei Federal 7.102, de 20 de junho de 1983, trata sobre segurança para estabelecimentos financeiros e estabelece normas para o transporte de valores. Em seus artigos 3º, 4º e 5º dispõem que este tipo de transporte deve ser feito por uma empresa especializada contratada ou pelo próprio estabelecimento financeiro, desde que organizado para este fim.



Protesto - O Sindicato dos Bancários está prestando toda a assistência necessária ao bancário, deve emitir nos próximos dias o Comunicado de Acidente de Trabalho pela tentativa de assalto sofrida, além de realizar nesta terça-feira (7) um ato público em repúdio aos desvios de função que muitos bancários e bancárias sofrem no Pará, que acarretam prejuízos à saúde física e psicológica do trabalhador.



Fonte: Bancários PA

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Bradesco faz acordo com Bank of America Merrill Lynch para emissão de cartões

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O Bradesco fechou acordo operacional com o Bank of America Merrill Lynch (BofA) para emissão de cartões empresariais, que vão ser distribuídos pelo banco americano a seus clientes. Com bandeira MasterCard, o "funding" e a gestão serão de responsabilidade do Bradesco.



As unidades serão destinadas, principalmente, a funcionários domiciliados no Brasil de multinacionais ou escritórios de representação dos Estados Unidos.



Os novos cartões trarão impressa também a marca do BofA e, segundo o responsável pela área de produtos do Bradesco, Márcio Parizzotto, a expectativa é movimentar R$ 150 milhões em transações com os cartões da parceria anualmente.



"Com o aumento de fluxo de investimentos destinados ao Brasil é cada vez mais comum ver executivos de grandes e médias empresas passarem seis meses, um ano no país, e nessa temporada precisam de um meio de pagamento, de preferência em moeda local", diz.



Para a empresa com profissionais trabalhando fora do mercado de origem, o cartão vai eliminar despesas de câmbio e também permitir a gestão dos gastos e uma comunicação direta com a contabilidade das companhias, graças a uma plataforma de fluxo de caixa desenvolvida mundialmente pela MasterCard.



Os cartões serão distribuídos nas agências do BofA nos EUA nas modalidades compras, viagem e despesas corporativas. "Antes, esses gastos eram feitos com cartões internacionais, era um fluxo não capturado pelo nosso sistema de pagamentos, um mercado até então inexplorado por qualquer emissor brasileiro", afirma Parizzotto.



Não é de hoje que Bradesco e BofA têm relacionamento bastante estreito no Brasil, mas até aqui era limitado às áreas de tesouraria e de atacado. Segundo Parizzotto, como o Bradesco tem tradição em cartões empresariais, vem trabalhando na oferta de produtos personalizados.



Só com o portfólio de cartões empresariais, o Bradesco tinha, ao fim do primeiro trimestre, uma carteira de crédito de R$ 11,3 bilhões - o banco não abre o tamanho da sua base. No total, a instituição tem 87,4 milhões de cartões de crédito emitidos, tendo movimentado, no primeiro trimestre, R$ 20,2 bilhões.




Fonte: Valor Econômico

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TJ-CE condena Bradesco em R$ 173 mil por saques feitos sem autorização

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O Bradesco terá que pagar R$ 173.500,00 de indenização por permitir saques indevidos na conta do cliente L.A.C.C.. A determinação, publicada no Diário da Justiça Eletrônico, é da juíza Dilara Pedreiro Guerreiro de Brito, titular da 1ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, no Ceará.



Conforme os autos (nº 50298-44.2006.0.06.0001/0), no dia 17 de abril de 2006, o comerciante retirou extrato bancário e percebeu a retirada de R$ 170.500,00 de sua conta.



Ele disse que, além dos prejuízos materiais, sofreu constrangimentos por ter tido o sigilo bancário quebrado. L.A.C.C. ingressou com ação de indenização contra o Bradesco, requerendo R$ 3 mil a titulo de reparação moral e o ressarcimento do valor sacado indevidamente.



A instituição financeira contestou, afirmando que o cliente havia sacado a quantia por meio de recibos, inexistindo, dessa forma, qualquer ato ilícito que gerasse a obrigação de indenizar. Argumentou ainda que as assinaturas nos recibos retirados são idênticas às dos documentos da conta bancária de L.A.C.C..



Os argumentos do Bradesco foram, no entanto, considerados falhos e insuficientes pela juíza Dilara de Brito. "O serviço prestado pela instituição financeira mostrou-se defeituoso quando esta não forneceu a segurança que o consumidor podia esperar", afirmou.





Fonte: TJ-CE

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