Banco da Amazônia adia resposta sobre Saúde Amazônia e sindicatos cobram posicionamento urgente
Nesta quarta-feira (28/01/2026), as entidades que compõem a mesa ampliada do Grupo de Trabalho (GT) do Programa Saúde Amazônia, com participação de sindicatos vinculados à CONTRAF, CONTEC e independentes, se reuniram com o Banco da Amazônia (BASA), em formato híbrido, no edifício matriz do Banco.
A reunião marcou a primeira agenda presencial com o novo gestor da área de Gestão de Pessoas, Anderson Pereira, gerente executivo da GEPES, além de Miguel Frank de Moraes, Coordenador de Performance e Benefícios, e Daniela Vasconcelos- coordenadora Relações Trabalhistas.
O objetivo central do encontro foi obter a resposta do banco ao ofício enviado em setembro de 2025, no qual as entidades apresentaram uma proposta do GT sobre o plano de saúde vinculado ao Programa Saúde Amazônia. No entanto, o banco informou que ainda não tem um posicionamento sobre o documento.
Diante da demora, as entidades relataram que a indefinição tem gerado ansiedade e insegurança entre os empregados e empregadas e foram unânimes em cobrar que o BASA apresente a resposta o quanto antes, considerando que se trata de um direito ligado à saúde.
“O banco precisa apresentar um posicionamento objetivo no próximo encontro. A cobrança das entidades foi unânime: é urgente, porque estamos falando de proteção à saúde e dignidade no trabalho”, destaca o coordenador da COE Basa e diretor jurídico do Sindicato, Cristiano Moreno.
Ao final, ficou encaminhada uma nova rodada de negociação do GT com o banco no dia 10 de fevereiro de 2026. O banco também se comprometeu a atualizar os dados do Programa Saúde Amazônia, especialmente sobre entrada e saída de empregados e empregadas, por ser uma informação que impacta o cálculo atuarial e, consequentemente, a tabela do plano.
Para o Sindicato dos Bancários do Pará, o banco precisa responder com urgência às demandas apresentadas desde setembro, com transparência e respeito à categoria.
“Nós viemos buscar uma resposta que está pendente desde setembro. Saúde não pode ficar em espera indefinida: os empregados e empregadas estão ansiosos e precisam de segurança sobre esse direito”, reitera a presidenta do Sindicato, Tatiana Oliveira.
Pelo banco, estiveram presentes o gerente de Pessoas, Anderson Pereira, e os coordenadores da GEPES Daniela Vasconcelos e Miguel Frank Matias de Moraes.
O Sindicato dos Bancários do Pará seguirá cobrando uma resposta concreta e reafirma que não renunciará ao direito à saúde dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco da Amazônia. A expectativa é de que, na rodada do dia 10/02, o BASA apresente finalmente um encaminhamento objetivo às propostas formalizadas pelas entidades.
Fonte: Bancários Pará