A pequena Luísa, de 6 anos, chegou cedo para aproveitar tudo o que tinha na festa do Dia das Crianças no Sindicato, do começo ao fim, e registrou cada detalhe para guardar o dia 17 de outubro na galeria do celular e mostrar para a família dela e divulgar nas redes sociais. “Eu gostei de tudo, mas o melhor foi para mim foi a pintura facial e penteado”, confessou.
Foram 5 horas de brincadeiras ininterruptas, e a sede do Sindicato em Belém, virou um verdadeiro parque de diversões com direito a pula-pula, cama elástica, futebol de sabão, pintura facial, penteado, danças, cantinho da fotografia, pebolim, mesa de air game, oficina de bolha de sabão, piscina de bolinhas, além de brindes.
Maria da Glória Silva, bancária Banpará, veio pela primeira vez e trouxe toda a família para curtir a programação. “Nos anos anteriores eles eram menores, e esse ano resolvi trazê-los e estou muito satisfeita, muito feliz, porque as brincadeiras são adequadas para as idades deles. Eles aproveitaram muito, estão curtindo, porque o espaço é bom, a refrigeração está ótima, porque o sol está muito quente, se fosse um outro ambiente eles não estariam curtindo assim. Então para mim está sendo um momento muito especial em família, porque estão os netos, filhos, noras. Valeu a pena ter vindo para cá passar essa manhã com eles”, admite.
Quem também trouxe a família completa foi a bancária do Bradesco, Rebeca Oliveira. “Todo ano eu trago meus dois filhos aqui para comemorar o Dia das Crianças. Neste dia a gente se aproxima mais dos nossos filhos, dedica um tempo a brincadeiras, a felicidade, e a gente adora estar aqui”, afirma.
Sindicato também é inclusão
O Dia das Crianças no Sindicato contou também com a presença de crianças atípicas, como o pequeno Boaz, de 6 anos, que aproveitou muito a piscina de bolinhas. Para a mãe dele, Paula Bastos, ter o filho convidado para a festa foi gratificante.
“A gente já vive com o não sempre, nós como famílias atípicas a gente já vive com o não nas costas, e quando a gente recebe um convite assim que as nossas crianças são bem aceitas, bem acolhidas, é de suma importância”, explica.
Paula Bastos também aproveitou para deixar um recado em forma de pedido para todos e todas. “O que eu tenho para dizer é que a criança típica você trata normal, e a criança neurodivergente, PCD; ela não é diferente. Adaptando, transformando, adequando, a criança atípica também vai se divertir, ela também vai ser receptiva, carinhosa, amada, como uma criança típica. Então, incluir, trazer, não desvincular a criança (atípica) do meio das outras é muito importante, porque o acolhimento tem que vir de todos”, destaca.
“Foi o terceiro ano consecutivo em que realizamos o evento mais fofo do ano na nossa sede. Nosso muito obrigada a todos e todas que vieram com suas crianças. Ficamos muitos felizes em ver nosso Sindicato cheio de vida, de cor, de alegria, inclusão e diversidade. Fizemos tudo com muito carinho e espero que tenham gostado. Ano que vem tem mais!”, agradece a presidenta do Sindicato, Tatiana Oliveira.
Fonte: Bancários PA