Do crochê à oficina de tecnobrega: 7ª Feira Feminista e Solidária trouxe arte e cultura amazônica para a sede do Sindicato

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Enquanto cerca de 400 mulheres participavam do 4º Encontro Nacional de Mulheres do Sindicato Nacional dos(as) Servidores(as) Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), do lado de dentro do Complexo Cultural Bancário; do lado de fora, outras 18 empreendedoras exponham artesanato, biojoias, livros, roupas, brinquedos, produtos da agricultura familiar e comidinhas regionais, na 7ª edição da Feira Feminista e Solidária, nesta sexta-feira (10), na sede do Sindicato em Belém.

Para a artesã Adriana Brito, do Ateliê Dryarte, o crochê vai muito além que entrelaçar linhas com agulhas. “É uma terapia, é amor, passar um pouco de afeto para as pessoas, um pouco de determinação, a minha infância, o que eu aprendi com minha tia. É tudo. É uma calmaria por ser mãe atípica também, aí eu já cuido da minha filha. Essa terapia faz a gente relaxar um pouco”, explica.

Com a lembrança da mãe garantida, a técnica administrativa, Janaína Berte, vai levar para o sul do país um pouco do banho cigano em forma de barra de sabonete. “Minha mãe gosta dessas coisas ciganas. Eu estou achando bem interessante (a Feira) pra gente conhecer os produtos da região, a cultura da região”, conta Janaína que visita o Pará pela primeira vez e disse que pretende voltar.

Além do sabonete, a técnica administrativa comprou também um par de brincos girassóis da artesã Lucilene Andrade, da Flores Mãe Santíssima. “Está sendo maravilhoso esse momento que eu estou passando aqui como artesã e o grupo familiar de mulheres com as vendas muito boas graças a Deus”, comemora.

E para as mulheres ‘sextarem’ teve oficina de tecnobrega com a professora de dança, Mayelle Oliveira e samba da Ruth Costa.

 

Fonte: Bancários PA

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