Sindicato dos Bancários do Pará e AEBA mantêm mobilização e cobram da direção do banco a retomada das negociações com avanços para os empregados e empregadas
A greve dos empregados e empregadas do Banco da Amazônia (Basa) chegou, nesta terça-feira (15), ao 12º dia no Pará. Sindicato dos Bancários do Pará e Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA) seguem juntos na mobilização diante da ausência de uma nova proposta por parte do banco.
A categoria cobra avanços nas negociações e defende que a direção do Basa retome o diálogo com os representantes dos trabalhadores e trabalhadoras para construir uma proposta que possa ser novamente avaliada pelos empregados e empregadas.
Para Cristiano Moreno, coordenador da COE/Basa e diretor jurídico do Sindicato, a resposta ao movimento grevista precisa vir pela negociação.
“Chegamos ao 12º dia de greve e ainda não temos nenhuma novidade de proposta. Nosso apelo ao presidente Lessa é para que concentre esforços na construção de uma proposta melhor para os empregados e empregadas. Pressão e ameaça de corte não resolvem o impasse. O caminho é sentar à mesa, negociar e apresentar avanços para a categoria”, afirma Cristiano.
A mobilização ocorre após os trabalhadores e trabalhadoras rejeitarem a proposta apresentada pelo Banco da Amazônia e decidirem pela continuidade da greve. Desde então, as entidades representativas vêm cobrando avanços capazes de responder às reivindicações do funcionalismo.
Para Sindicato e AEBA, a paralisação continuará enquanto não houver uma proposta que justifique uma nova avaliação da categoria.
“Os trabalhadores e trabalhadoras já deram seu recado. A greve é consequência da falta de avanço na negociação. Estamos aqui, unidos e unidas, esperando que o banco faça a sua parte e apresente uma proposta que permita avançar”, completa Cristiano Moreno.
A greve continua no Banco da Amazônia e as entidades seguem cobrando a retomada efetiva das negociações.
Fonte: Bancários Pará