CN2026: Já está com a direção do Banco da Amazônia a minuta de reivindicações específicas do funcionalismo

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Remuneração. Essa é e foi a principal prioridade dos 55.000 bancários e bancárias que responderam a Consulta Nacional deste ano. Um número recorde segundo a Contraf-CUT, entidade que organiza a pesquisa.

Tal sentimento também fez parte e está presente na minuta de reivindicações específicas do Banco da Amazônia (Basa) construída coletivamente e entregue em mãos, na tarde desta terça-feira (30), à Gestão de Pessoas da empresa. “E o que a categoria tem assistido? Enxugamento no quadro de empregados e empregadas, aumento no volume de trabalho, na pressão por metas em que até a tecnologia faz o trabalhador e trabalhadora terem uma produtividade muito maior; mas que ele não enxerga isso no bolso dele, nem no tempo e nem na qualidade de vida dele, que vê somente a instituição lucrar”, avalia a presidenta do Sindicato, Tatiana Oliveira, que é membra do Comando Nacional dos Bancários e Bancárias.

Em meio à cerimônia de entrega, as entidades sindicais não puderam deixar de lembrar e ratificar pautas históricas que até hoje não saíram do papel. “Uma delas é a mudança no Programa Saúde Amazônia e a manutenção da CASF , que seguimos na luta em defesa de um plano de saúde digno a quem movimenta a economia desse banco que são os trabalhadores e trabalhadoras. Esperamos que realmente a gente possa fazer um calendário dinâmico para que a gente consiga bem antes da data-base já ter uma boa parte das nossas demandas resolvidas; de forma que a gente possa apresentar uma proposta que não fique no imbróglio de a gente chegar de novo com uma minuta dizendo vamos fazer um grupo de trabalho para resolver tal problema, plantando mais esperanças onde já não se tem”, dispara o coordenador da COE Basa e diretor jurídico do Sindicato, Cristiano Moreno.

As mesas específicas com o Basa devem ocorrer em formato híbrido, presencial e remota. As entidades também pediram que elas avancem no que puder ser antecipado. “A gente entende que esse momento é fundamental e temos diversas pautas específicas que não são interligadas à da Fenaban e que podemos começar logo por elas, não deixando tudo para perto de findar nossa data—base. Fortalecer o Banco da Amazônia para gente também é valorizar seus empregados e empregadas”, destaca a dirigente da Contraf-CUT, Rosalina Amorim.

 

Fonte: Bancários PA

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