Entidades repudiam comunicado do Banco sobre adesão ao “Novo PCS”

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As entidades representativas dos empregados do Banco da Amazônia manifestam total repúdio ao conteúdo da comunicação oficial enviada pelo Banco, via correio eletrônico, induzindo bancárias e bancários a aderirem ao chamado “Novo PCS” sob a falsa premissa de que apenas os empregados que aderirem ao plano estarão vinculados ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A informação divulgada pelo Banco é factualmente incorreta e enganosa. É inaceitável que a instituição utilize seus canais oficiais de comunicação para disseminar a ideia de que a proteção prevista no ACT estaria condicionada à adesão a um plano interno específico.

As entidades ressaltam que a totalidade da categoria bancária já está, por direito, vinculada e protegida pelo Acordo Coletivo de Trabalho. Condicionar a aplicação de direitos fundamentais da categoria à adesão a um plano específico configura tentativa de induzir os trabalhadores ao erro, gerando insegurança e desinformação sobre direitos já conquistados.

Diante disso, as entidades exigem que o Banco cesse imediatamente a circulação desse tipo de informação falaciosa e realize a devida retratação pública junto a todos os seus empregados, reafirmando seu compromisso com a transparência, o respeito à legislação trabalhista e aos acordos coletivos vigentes.

Assinam a nota: Sindicato dos Bancários do Pará (SEEB-PA), Sindicato dos Bancários do Amapá (SINTRAF-AP), Comissão de Organização dos Empregados do Basa (COE/Basa), Sindicato dos Bancários de Rondônia (SEEB-RO), Sindicato dos Bancários de Roraima (SINTRAF-RR), Sindicato dos Bancários do Acre (SEEB-AC), Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB-MT), Sindicato dos Engenheiros do Pará (SENGE-PA), Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA), sindicatos dos estados do Amazonas, Tocantins e Maranhão, Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro-Norte (FETEC-CUT/CN) e CONTRAF-CUT.

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